Este livro apresenta um diálogo entre Deus e Habacuque sobre a justiça e o sofrimento, o profeta-filósofo Habacuque, sentia-se perturbado acerca da intensa impiedade de Judá, mas a foco de sua mensagem não era como a de Jeremias que chamava o povo ao arrependimento, Habacuque estava querendo resposta sobre porque Deus não julgava o povo corrompido, o povo estava completamente desviado da Lei de Deus, violência, destruição e desconsideração com a lei de Deus floresciam desenfreadamente a despeito dos ardentes apelos do profeta pela intervenção de Deus, Deus disse ao profeta que ele não iria esperar muito pela resposta, pois, os Caldeus (babilônios) seriam a vara nas mãos de Deus para punir a nação de Judá, e então se levantou outra crise para o profeta, na opinião dele os Caldeus eram piores do que Judá, e como Deus usaria uma nação ímpia e sedenta de sangue para punir outra, mas justa que ela, a resposta é dada numa das mais grandiosas declarações das Escrituras: “O justo viverá pela fé (ou fidelidade)”, os justos serão preservados no dia da tribulação, visto terem dependido de Deus, sendo-lhe assegurado que a justiça triunfará, o profeta eleva o seu coração numa oração para que Deus opere novamente uma obra poderosa conforme operou no êxodo e no Sinai.
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